Super Heróis: Os mitos do nosso tempo. Parte I

Esse texto vai ser um compilado de algumas ideias que utilizei no meu trabalho de conclusão de curso. Sempre fui fã de historias em quadrinho, tive contato com elas aos 6 anos de idade e desde então lá se foram 23 anos debruçados sobre as HQs e suas narrativas fantásticas. O que fez com que naturalmente meu olhar durante a graduação em Psicologia se voltasse para esse tema que sempre despertou meu interesse e como Vingadores ultimato tá chegando ai para representar um grande momento para os supers, resolvi dividir um pouco desse trabalho.

Nesse meu trabalho eu analisei alguns elementos das Hqs e como eles se relacionavam com conceitos psicológicos,mais especificamente da Psicologia Analítica ou psicologia Junguiana como também é conhecida. No decorrer do trabalho eu tracei relação entre os elementos inconscientes que nos fazem elencar alguns heróis como figura favorita, analisei alguns elementos arquetípicos das historias em quadrinho, analisei alguns heróis e como eles se relacionam com conteúdos do inconsciente pessoal e coletivo, entre outros sub temas que foram aparecendo durante a construção do trabalho.

Mas uma das principais conclusões e teses que eu defendo é a de que as historias em quadrinho possuem uma função psicológica semelhante a que a mitologia possuía ao longo da historia da humanidade. Na verdade, meu pensamento é de que os Super herois e as narrativas dos quadrinhos estão num meio termo entre os mitos e os contos de fada, no que diz respeito a nos auxiliar, de maneira simbólica, a organizar e reajustar nossos conteúdos psicológicos.

E como as Histórias em Quadrinhos, e as narrativas de super héroi constituem uma forma de narrativa que se encontra muito presentes na atualidade, analisar os seus temas e seu conteúdo   pode propiciar uma possibilidade de interpretação e utilização prática.

Esse tipo de relação entre mitologia, super herois e Histórias em Quadrinhos pode ser percebida pelo público de diversas formas. Existem casos nos quais há referência se torna explicita, como é o caso de figuras como Thor, Hércules, e até mesmo a figura do Flash original, Jay Garrick, que usava um elmo em homenagem ao deus Mercúrio. Quem se depara com as Hqs de Sandman bebe diretamente das mitologias da humanidade…quanto mais se observa os quadrinhos, mais se vê que eles tem muito de mitologia.

Porém, as relações entre mitologia, a jornada do herói e Histórias em Quadrinhos pode-se ir além da observação superficial, e esse motivo leva ao meu interesse por desenvolver esse estudo.

De acordo com Barcellos (2004), devemos pensar em uma obra de arte que ofereça uma leitura simbólica tanto para a coletividade quanto para uma época, e que sirva ao trabalho individual de um paciente com os símbolos utilizados em análise. E, enquanto representação simbólica observa-se que o símbolo contém a sugestão de um significado para além de nossa capacidade de compreensão, podendo ser então interpretado.

A psicologia deve sempre atentar-se para os temas emergentes dentro do contexto social como possibilidade de representação de conteúdos psíquicos, as Histórias em Quadrinhos, trazem em seu conteúdo muitos elementos da cultura popular. Encontram-se diversas referências a momentos históricos e situações cotidianas contribuindo, assim, para que os quadrinhos e as histórias de super-heróis possuam a relevâncias de um olhar psicológico a seu respeito.

O interesse pelas narrativas de super heróis tem sido crescentes nos últimos anos. esse movimento se viu impulsionado pela chegada dos super heróis de maneira massiva as telas de cinema. Obviamente, esse movimento tem um viés financeiro grande, já que filmes de super heróis rendem bilhões de dólares aos estúdios ( exceto quando são fiascos do naipe de esquadrão suicida).

Mas por trás do fator dinheiro, podemos pensar aqui que existe uma necessidade crescente pela presença do héroi na nossa sociedade, e é ai que se inclue a minha tese. Já vou avisando que esse texto vai ser grande, eu infelizmente não tenho mais o emu trabalho de monografia completo salvo por aqui, mas tenho algumas versões beta e vou me guiar por elas para estruturar esse texto.

A estrutura vai ser basicamente: Explicar alguns conceitos básicos de psicologia analítica e depois demonstrar a correlação dos super heróis com esses elementos.

Nessa primeira parte vamos começar com uma breve introdução.

Psicologia Analitica e a constituição da personalidade

A Psicologia Analítica, enquanto linha teórica surge a partir dos estudos de Carl Gustav Jung, que desenvolveu seus pressupostos teóricos a partir da observação de diversas culturas ao redor do mundo; do estudo comparado de diversos sistemas religiosos; da observação de diferentes correntes filosóficas e de sistemas que visam explicar o ser humano de alguma forma. Mas, uma experiência que foi primordial na gênese da Psicologia Analítica foi o processo de crise que Jung enfrentou e a sua observação acerca de si mesmo.

A teoria Jungiana, apresenta uma visão do homem que é de completude e engloba muitos fatores para direcionar o seu olhar, são levados em conta interpretações tanto da realidade interna, como da realidade externa do sujeito, bem como suas questões Inconscientes sejam do Inconsciente pessoal ou coletivo. Jung (1998) utilizou-se das estruturas arquetípicas e dos complexos como sendo as bases da Psique. Entre estas estruturas encontram-se a Persona, o Ego, o Self, a Sombra, o Inconsciente Pessoal, o Inconsciente Coletivo, a Anima e Animus, além das funções tipológicas.

Ainda segundo Jung (1998), de alguma forma, as estruturas da Psique encontram-se interligadas através de um sistema energético que possui diversas maneiras de se autorregular, e de relacionar-se, tanto internamente quanto com a realidade externa.

A principal estrutura responsável por esse contato é o Ego, o qual Samuels (1988) define como sendo o centro da consciência. Segundo o autor, o próprio Jung teve dificuldade em definir este conceito de Ego, de forma muito diferente do que Freud já havia proposto. Com isso, o Ego assume a responsabilidade de mediar às questões psíquicas Inconscientes e Conscientes. É dele também a função de lidar com a realidade, buscando assim a diferenciação do indivíduo com o mundo exterior.

Ao buscar definir a função do Ego em poucas palavras, poderíamos dizer que a sua função é a de lidar com os opostos, estabelecer entre eles uma relação dialética, na qual seja possível compreender e proporcionar um vínculo entre estes opostos, sejam eles a realidade, interna e externa, ou conteúdos que se encontrem em camadas mais profundas da pisque, ao Ego cabe sempre a função de mediar. Enquanto o Ego precisa proporcionar, um entendimento entre estes opostos, em oposição a ele, desenvolve-se a estrutura que Jung (1998) denomina como Sombra. A Sombra é responsável por abrigar os conteúdos que não são plenamente aceitáveis à primeira vista. É nela que se encontram elementos os quais o Ego, através da repressão, não consegue integrar. A sombra, , é aquilo que um indivíduo não tem desejo de ser ou não lhe é permitido ser.

Ela representa anseios e desejos, é uma fonte instintiva que se contrapõe ao Ego por sua liberdade e não necessidade de lidar com as dificuldades da realidade, haja vista que está imersa no Inconsciente vindo à tona apenas em rompantes, sendo assim conclui-se que a sombra não tem pretensão moral ou necessidade de regras.

Nesse manejo com a realidade, desenvolve-se outra estrutura arquetípica denominada por Jung (1990) como Persona. A palavra Persona tem sua etimologia da palavra latina que designa as máscaras utilizadas na representação teatral, pois este arquétipo, também conhecido como arquétipo social.  Representa as interações que aconteceram ao longo da vida e os papeis que podem ser vivenciados nos diversos momentos da vida atuando como mediadora da relação do Ego com a realidade externa, por isso sua representação ocorre muito próxima da consciência. A Persona está ligada a um reconhecimento e direcionamento para o que é coletivo, pois é através dela que ocorrem as identificações com os estágios de vida, status e papéis sociais desempenhados pelo sujeito.

Temos segundo Samuels(1988) as representações de Anima e Animus, estes arquétipos representam o conteúdo do sexo oposto que jaz na Psique, a Anima é para o homem então a sua parcela feminina enquanto o Animus representa para a mulher sua parcela masculina. Estas representações arquetípicas são construídas durante a vida e ligadas diretamente às experiências do sujeito relacionando-se profundamente com os complexos que constelam a Psique, muito embora enquanto arquétipos possuam seu caráter ligado a uma parcela do Inconsciente Coletivo com isso Anima e Animus apresentam tanto a representação de imagem individualmente construída quanto a estrutura arquetípica primordial.

O arquétipo que atua na centralidade da Psique, é o arquétipo do Self, ou Si-mesmo. Este arquétipo representa a potencialidade do indivíduo, e atua através de todos os outros. É ele que pode proporcionar a individuação para o sujeito, de acordo com Jung (1998) O Self não é considerado somente o centro, mas também a circunferência total que abrange tanto o consciente como o Inconsciente; é o centro dessa totalidade, como Ego é centro da mente consciente”. O Self para Jung é o começo e o fim da totalidade psíquica, para ele, o Self representa no homem uma característica transcendental e de divindade simbólica por conta de suas características principais de integração da Psique e de promoção do desenvolvimento das potências do Homem, ou até mesmo uma busca de significado para sua existência e experiências. O Self representa, para Jung, uma Imago Dei, ou Imagem de Deus, por isso suas manifestações simbólicas ocorrem através da energia numenosa, símbolos que estão ligados ao mistério e a transcendência de alguma forma.

Inconsciente pessoal e Inconsciente Coletivo.

Ao abordar a parcela do Inconsciente que é individualizada e particular Jung (2002), concebe que há uma camada mais ou menos superficial do Inconsciente na qual não se pode duvidar que seja particular ao indivíduo. Ele a denomina Inconsciente Pessoal. Esta parcela, porém, repousa sobre uma camada mais profunda da Psique, que já não tem sua origem em experiências ou aquisições pessoais, sendo inata, e representa o que ele viria a denominar de Inconsciente Coletivo. Com isso, percebe-se que o autor faz uma distinção a respeito da origem do conteúdo presente nas diferentes instâncias do Inconsciente, assim como a sua proximidade dos processos conscientes como fator relevante para sua localização. O Inconsciente Coletivo é compreendido dentro da perspectiva da Psicologia Analítica como sendo uma parcela que vai sendo herdada, pelas gerações subsequentes, é através dele que são transmitidos os conteúdos arquetípicos e instintivos, e para Jung (2006), a existência do Inconsciente Coletivo é uma prova da evolução da Psique

Existe um movimento dinâmico   que permite a energia psíquica fluir entre estes dois tipos de conteúdo, o conteúdo arquetípico e o conteúdo dos complexos. Jung (1998) descreve que a energia psíquica flui de um para o outro, mas não livremente, se faz necessário um intermediário que propicie essa movimentação. E essa fluidez se dá principalmente através do símbolo, que é uma estrutura capaz de mobilizar a energia psíquica e fazê-la deslocar-se do Inconsciente Coletivo para o Inconsciente Pessoal,

Simbolo, linguagem do inconsciente

Convém explanar brevemente a respeito do símbolo e do simbólico, pois estes são as principais formas de representação dos conteúdos psíquicos. O Inconsciente possui a sua linguagem própria, que é concebida através dos símbolos, das fantasias, mitos e contos de fada Toda esta linguagem própria a qual carrega uma quantidade de energia psíquica que lhe permite ser interpretada. Toda essa linguagem do Inconsciente é transmitida à consciência de diversas formas possíveis. Diversos autores colocam a questão do simbólico, como representativa para a compreensão da realidade psíquica e da realidade externa, porém como esta área de estudo encerra em si uma enorme quantidade de teorias, apresenta-se aqui apenas uma breve contextualização acerca do símbolo enquanto linguagem do inconsciente.

O símbolo é uma manifestação de conteúdo que representa em si uma significação mais ampla do que, à primeira vista possa parecer, o símbolo traz o significado que é sempre produto do Inconsciente Coletivo, eles mobilizam a energia psíquica, e são capazes de comunicar-se diretamente com o inconsciente. Para Jung, (2006) o símbolo carrega em si uma função transcendente, que é a de unir os opostos dentro da psique, ele é o resultado e o mediador da comunicação entre inconsciente e consciência, entre o fantasioso e o real. Neste caso o conhecimento dos símbolos é indispensável, pois é nestes que se dá a união de conteúdos consciente e inconsciente. “Da união emergem novas situações ou estados de consciência. Designei por isso a união de opostos pelo termo função transcendente” (JUNG, 2006, p. 282).

Arquetipos e complexos

Um complexo é formado por um agrupamento de imagens, ideias e diversos elementos psíquicos conglomerados em torno de um núcleo com afetividade acentuada que derivam de um ou mais arquétipos, e caracterizadas por uma tonalidade emocional em comum. OS complexos são as estruturas psicológicas que de certa forma, ligam o inconsciente coletivo ao inconsciente pessoal. Um complexo é formado a partir das experiências e vivências individuais que simbolizam elementos arquetípicos.

Já os arquétipos são definidos por Jung (2002) como imagens primordiais, sem forma definida e de caráter instintivo, que residem e são partes constituintes do Inconsciente Coletivo, que se manifestam de diversas formas distintas e não podem ser tocados diretamente, é aqui que entra também uma das funções do simbolo. Segundo o autor, estes apresentam conteúdos que se referem ao próprio Inconsciente Coletivo, com isso o arquétipo é então per si não somente material advindo do Inconsciente Coletivo, mas também constituinte do mesmo.

Logo, todas essas imagens primordiais, que se denominam arquétipos, de acordo com Jung (2002), pertencem ao substrato fundamental da Psique Inconsciente e, com isso, não podem partir da experiência de vida do indivíduo ou mesmo através de suas aquisições pessoais.  Todos eles formam aquele extrato psíquico ao qual Jung nomeia de Inconsciente Coletivo. O Inconsciente Coletivo, como citado pelo autor, é uma dimensão mais rudimentar, uma camada ainda mais profunda do que o Inconsciente individual e contem em si material que é inerente a toda a humanidade.

O arquétipo, é impalpável e sua manifestação se dá sempre através de outro meio, seja o símbolo, o conto de fada ou o mito. Estes servem sempre como um meio de comunicação do arquétipo já que o mesmo nunca se faz consciente. É possível saber sobre ele apenas a partir daquilo que o circunda e fala a seu respeito. Segundo Jung (1985) “o arquétipo é uma imagem que tem sua raiz no mais longínquo Inconsciente, uma imagem que vem de uma vida que não é nossa vida pessoal e que não se pode estudar a não ser se reportando a uma arqueologia psicológica”. Para o autor, não basta representar os arquétipos como símbolos. Se faz necessário entender que estes são símbolos motores. 

Depois de explicados alguns dos conceitos básicos da psicologia analítica a gente parte afora para um conceito de mito e da função psicológica que ele exerce, essa vai sera ultima parte desse texto que vai continuar em mais duas ou três partes relacionando tudo que foi dito até aqui com os super heróis. Com essa pequena explicação já é possivel perceber que elementos dos mitos se encontram nas hqs de maneira abundante.

O MITO E SUA FUNÇÃO PSÍQUICA 

Os mitos sempre se mostraram uma maneira de representar significativamente a vida numa tentativa de explicá-la de alguma forma. De acordo com Campbell (1990.p 14) “Mitos são histórias de nossa busca da verdade, de sentido, de significação, através dos tempos”, o   Mito é uma estrutura narrativa que possui elementos particulares em sua constituição, e que ao serem analisados carrega um sentido simbólico. 

Os mitos podem ser entendidos como representações de uma determinada realidade. São construções culturais que evocam de certa forma a memória, e a nostalgia sendo capazes de reavivam crenças, além de oferecerem modelos de conduta aos homens do presente. Os mitos são também importantes para o funcionamento da sociedade que os criou, pois transmitem códigos culturais e a visão de mundo destas mesmas sociedades, de acordo com Junqueira (2003).  De acordo com Campbell (1992), essa interpretação do mito possui uma função psíquica, função essa de regulação e guia do homem perante as situações de sua vida.

Segundo Jung (1986, p. 325), “[…] a mitologia como um todo poderia ser tomada como uma espécie de projeção do Inconsciente coletivo”. É através dessa projeção que o conteúdo arquetípico consegue se manifestar dos arquétipos para os complexos e ser reconhecido, posteriormente, pela consciência. O mito serve para que se possa reconhecer os conteúdos Inconscientes, podem ser entendidos como um grande espelho no qual reflete-se a existência humana. Parte-se do pressuposto de que através do mito enxergamos as vivências coletivas e com isso se reconhece a vivência individual, os mitos são constituídos basicamente através manifestações de figuras arquetípicas como aponta Boechat (2000, p. 6) “Os mitos estarão ainda presentes em todo o material descritivo da psicologia dos arquétipos, pois a psicologia Junguiana é uma psicologia com a subjetividade […] com o interior povoado ou com personificação”. O autor segue ainda afirmando que os conteúdos psíquicos no contexto da psicologia analítica são personificados, e não são apenas conceitos abstratos teóricos, como id, inconsciente ou arquétipo mas personagens vivos internos, apresentados como deuses. 

Associamos agora tudo isso que o mito tem como função com o que ocorre nas narrativas de super herói. Os super heróis transmitem em suas historias os conteúdos arquetípicos e do contexto social vigente. Na próxima parte do texto eu trarei exemplos de como eles influenciam e são influenciados por movimentos inconscientes da sociedade. Esse movimento parte do pressuposto que o inconsciente coletivo se faz presente na manifestação artística,como o Zeitgeist proposto por Hegel. E com isso poderemos entender como Capitão America, Batman, Mulher maravilha entre outros se formam de anseios do coletivo, dando forma a alguns arquétipos justamente por se tratarem da “Nona” arte como proposto por Eisner.

Referências bibliograficas

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BARCELLOS, Gustavo. Jung, junguianos e arte: uma breve apreciação. Pro-Posições, Campinas, v. 15, n. 1, p. 43, 2004. Disponível em < http://www.proposicoes.fe.unicamp.br/proposicoes/textos/43-dossie-barcellosg.pdf

BOECHAT, Walter. A Mitopoese da Psique. Petrópolis, Vozes, 2008

BOECHAT, Walter Mito na teoria e na prática da Psicologia Analítica. Disponível em http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/Mito_Teoria_Pratica.pdf

CAMPBELL, Joseph. As transformações do mito através do tempo. São Paulo: Cultrix, 1990

CAMPBELL,Joseph  O Poder do Mito. São Paulo: Editora Palas Athena 1990

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JUNG, Carl,Gustav, O espirito nas artes e na ciência. Petrópolis Editora Vozes 1986

JUNG. Carl. Gustav. Os Arquétipos e o inconsciente coletivo. Petrópolis Editora Vozes 2002

JUNG,Carl Gustav. AION:Estudos sobre o simbolismo do si mesmo, Petropolis, Editora

Vozes 1986.

Samuels, A., Shorter, B., & Plaut, F.. Dicionário crítico de análise junguiana. Rio de Janeiro: Editora Imago. 1988

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